terça-feira, 15 de janeiro de 2013

2° Capitulo – You are the only exception!


Assim que entrei em casa me deparei com uma menina totalmente morta no meu sofa mudando a tv de canal sem nem prestar atenção no que passava.
Eu – Nossa Ana o que aconteceu com a sua animação?
Ana – Vou ter que ir visitar a minha mãe. E isso acabou comigo – Ela disse se sentando
Eu – Ué e por que? Ela é sua mãe Ana, pode não saber educar filhos mais te colocou no mundo, te deu a vida.
Ana – É e eu acho que ela se arrepende amargamente de ter feito isso.
Eu – Poxa Ana pelo ao menos vc tem uma, daria tudo para que minha mãe estivesse viva, ela e o meu pai. Acho que vc deveria dar valor a isso – Eu disse indo para conzinha colocar as coisas na mesa.
Ana – Desculpe lili, mas é porque ela não... Ah deixa pra La... O que vc trouxe de comida? – Ela disse indo em direção a sacola e abrindo-a – Nossa quanta comida boa.
Eu – É mais o cupcake é meu, só tinha um desculpe.
Ana – Tudo bem não gosto muito de cupcake.
Eu – Ah que horas vcs vão?
Ana – Paulo não falou mais ele disse que era pra eu ir o mais rápido possível para casa. Deve ser por agora, mais agente vai de carro. Então não precisa de pressa.
Eu – É verdade.
Comemos e logo Ana pegou suas coisas do quarto de hospedes e foi para sua casa, não demorou muito para que ela viesse bater na porta da minha casa para se despedir e junto com ela veio Paulo. Eles foram embora e eu passei a tarde sem nada para fazer. Quando já era de noite fui fazer a minha janta, o que era fácil já que era só eu em casa. Mais para minha infelicidade o gás acabou no meio da minha obra de arte chamada macarrão.
Troquei de roupa e peguei a chave do meu carro, fui a garagem e adentrei o veiculo, mais para a minha ‘sorte’ o carro estava sem gasolina.
- Como pode ser?? AAArgh tenho que aprender a colocar gasolina no carro.
Não é a primeira vez que isso acontece comigo, mais já é a quarta. Se meu pai soubesse disso já teria me tirado o carro. Não pude fazer como das outras vezes em que eu pegava o carro de Paulo dessa vez teria que ir de pé já que eu não tinha o numero de onde compra.
Peguei o dinheiro e fui andando, mais cada passo o meu coração acelerava estava escuro demais, me arrependi amargamente ao ver o que eu teria que enfrentar, uma rua pequena e deserta mais ao longe vi movimentação.
- Prefiro ficar com fome – Disse para mim mesma, mais acho que eu já tinha sido vista e por alguém não muito confiável.
Comecei a fazer o caminho de volta mais uma certa pessoa me segurou pelo braço.
Eu – Me solta seu louco, ME SOLTA. – Eu estava fazendo de tudo para me soltar mais o ser só ria.
Xx – Vamos brincar um pouquinho menininha. – Ele me puxou para a ruazinha, eu me soltei dele e comecei a correr, mais ele me alcançou de novo, mas dessa vez não ria estava bravo.
Xx – Eu queria só brincar mais agora vc me deixou bravo – Nessa hora ele me agarrou por trás, seu braço direito prendia minha cintura com força me fazendo ficar no ar e sua mão esquerda tampava minha boca com força.
 Eu me debatia ali, sabia o que aquele cara queria, senti o cheiro de álcool e por mais uma vez me arrependi amargamente da burrice de sair sozinha a noite.
Ele adentrou aquela rua escura e vazia, até chegar a um ponto em que ele me jogou no chão com muita força o que me fez contorcer de dor, mais antes que eu gritasse ele pulou em cima de mim, tirando a minha roupa e me mordendo como se eu fosse comida.
Por um momento de descuido dele pude gritar mais logo ele voltou a tampar minha boca.
Xx – Olha aqui garota eu só quero um pouquinho de emoção nessa noite – Ele disse me encarando e vendo o meu estado de desespero, eu estava desesperada.
Xx- Se vc não tivesse tentado fugir duas vezes talvez eu não seria tão malvado agora.
Ele tornou a tirar minha roupa me prendendo com força contra o chão, durante as coisas que o nojento fazia eu chorava tentava gritar, mas nada adiantava não havia ninguém naquela rua ou próximo ali. Era o meu fim. Ele estava se divertindo, enquanto eu sentia que iria morrer ali, era nojento o que ele fazia comigo, ele chegou ao seu limite e se levantou minhas forças? Não existia mais eu estava prestes a desmaiar, não me mexi pq não consegui, estava machucada, completamente machucada.
Antes de sair, após vestir sua roupa ele olhou para mim e disse – Obrigado –  e saiu rindo.
Eu não sei por quanto tempo fiquei ali sozinha tentando me levantar, mais para minha felicidade eu consegui me arrastar até a rua ao lado aonde era mais movimentada, e para a minha tristeza não havia ninguém ali, nem um simples carro. Eu fiquei ali em um canto gritando pedindo socorro, até avistar um carro. Gritei com todas as minhas forças.
Eu – SOCOROO ME AJUADAAA POR FAVOR. – O carro parou e de La saiu quem eu menos esperava.
Niall – Emily?? – Ele saiu de La correndo em minha direção. E vendo meu estado certamente deduziu o que havia acontecido.
Eu – Ni.. Niall, me a-ajuda – Eu disse quase desmaiando. Ele tirou seu moletom e colocou em mim com todo o cuidado, me pegou no colo e me colocou no carro, fechou a porta e entrou pelo lado do motorista.
Niall – Vou te levar para o hospital – Ele disse ligando o carro e me olhando preocupado.
Eu – Por favor, me leva para casa – Eu não tinha como protestar, eu só queria minha casa eu odeio hospitais.
Niall – Não... Vc vai para o hospital agora, ele disse dando a partida no carro e indo em direção ao hospital mais próximo.
Não demorei muito para apagar, já estava sem forças o suficiente para manter meus olhos abertos.

domingo, 13 de janeiro de 2013

1° Capitulo – You are the only exception!


Eu estava de férias da faculdade e do trabalho, um milagre que consegui com muito custo. Sou ‘a garota solitária’ não tenho amigos aqui, fiz questão de não me envolver em nenhum tipo de relacionamento, de amizade a namoro, nenhum apenas converso com algumas pessoas que julgo inteligentes de mais para fazer alguém sofrer. Tipo a Ana ou o Paulo, talvez os únicos, pois eram meus vizinhos, irmãos para ser mais exata. Eles moravam sozinhos tbm, pois a mãe deles não era uma das melhores educadoras do mundo. Ana era a mais nova tinha 17 anos, festeira dava trabalho para Paulo que tinha 18, esse era um doce de pessoa com uma maturidade que só Deus poderia criar.
Eles eram meus vizinhos do lado direito o do lado esquerdo nunca vi mais ouvia, sempre de madrugada chegava a dar medo. Ela ou ele nunca saia de sua casa pelo menos eu não o via.
Era sábado dia em que prometi levar Ana a uma balada light aqui perto, Paulo me deu uma bronca mais tudo bem foi promessa. Ela foi se arrumar em minha casa eu já estava pronta.
Eu – ANA ANDA LOGO – Disse gritando do andar de baixo.
Ana – Olhe eu aqui menina se acalme. – Ela descia da escada em passadas calmas e confiantes ela estava realmente deslumbrante.
Seu vestido vermelho fazia com que sua pele ficasse bem mais bonita. Sua pele era de um tom moreno bronzeado totalmente diferente de Diogo que era pálido, meio obvio já que ela vivia em praias, quando está sol claro. Sua obcessão por preto me encanta, sua escolha de vestido me surpreendeu. Ela deu de 10 a 0 em mim.
Eu – Se o seu irmão te ver ele...
Ana – Ela saiu – Ela disse terminando de descer.
Eu – Para onde??
Ana – Não sei, não quero saber e ande logo se não eu quebro a sua cara – Esqueci de dizer que ela é rebelde e grosseira.
Eu – Okay – Disse me levantando e indo até a garagem pegar o carro. Entramos no carro e fomos para a balada, não era muito longe deli mais era perigoso andarmos sozinhas na rua de noite.
Chegamos na balada rapidamente, estacionei e entramos logo me sentei em uma das mesinhas que ali estavam, Ana me deu sua bolsa, claro iria dançar perder tempo para que??
Muitos meninos lindos por ali mais nenhum muito interessante, apenas um que estava a entrar, loiro com a raiz morena, pele bem clara bochechas perfeitamente coradas num tom rosado, olhei para seu lado um garoto com cabelos cacheados com uma pele pouco mais morena que a de seu amigo, bom amigos já que entraram juntos.  Ele me olhou e certamente reparou que eu os olhava sorriu ao observar meu aparente incomodo por ter sido pega no flagra, desviei o olhar e com certeza eu estava vermelha.
Na mesma hora em que os garotos entraram completamente na boate começou a tocar How we do’ da Rita Ora bom eu amo essa musica então não me contentei e fui dançar.
Fui para o rumo da Ana mais me deparei com tal cena: Ana se agarrando com um garoto, aaah se Paulo descobre.
A musica terminou e eu fui ao bar pegar algo para beber, pedi um suco e voltei à mesinha em que estava antes, fiquei La observando as pessoas e de vez em quando dando uma olhada no loirinho e no cachinhos.
Eu já estava ali a um bom tempo de vez em quando ia dar uma dançada, mais nada muito atrevido lógico. Estava ali sentada à aproximadamente 10 minutos. Até o cachinhos se aproximar.
 - O que vc faz em uma balada sem dançar moça? – Ele disse e eu ri
Eu – Eu estou apenas cumprindo uma promessa a uma adolescente.
- Bom adolescente?? A si mesma?
Eu – haha não aquela garota ali pulando feito louca.
- Ah – ele disse olhando para onde eu apontava – Posso? – Ele disse se referindo a cadeira a minha frente.
Eu – Claro.
Ficamos conversando sobre varias coisas durante muito tempo ele me chamou para dançar, mais resolvi ficar ali, ele foi dançar mais logo voltou.
- Desculpa mais fica sem graça vc aqui sem dançar – Ele disse com as mãos nos bolsos
Eu – sei disso mais já estou indo embora, esta na hora de coloca-la para dormir, já aprontou muito – Eu disse me levantando e pegando as bolsas.
Eu – foi um prazer conversar com vc, mas nem sei seu nome isso é estranho. – Disse levantando minha mão e sinal de aperto de mãos.
- Meu nome é Harry, Harry Styles e o seu – Ele disse apertando minha mão mais sem solta-la
Eu – Bom Harry meu nome é Emily, Emily Bell – Ele se aproximou e me deu um beijo na bochecha.
Harry – Belo nome Emily, será que eu poderia lhe fazer um pedido?
Eu – Claro.
Harry – Me passa seu numero, foi ótimo te conhecer e queria falar mais contigo quem sabe sairmos ou algo do tipo. – Eu assenti e ele me deu seu celular para que eu anotasse o numero, ao terminar falei.
Eu – Não passe para ninguém, por favor.
Harry – Okay.
Despedi-me novamente e fui atrás de Ana, fomos embora já eram 2:00 da madrugada não exatamente mais por ai.
Achei melhor que ela dormisse em minha casa Paulo não gostaria a vê-la agora, não há essa hora.
Me troquei e emprestei um pijama para Ana que logo dormiu mais eu não, eu estava deitada na cama rolando pra La e pra Ca, não é agradável ter insônia.
Meu celular apitou estava em cima da mesinha ao lado da minha cama. Peguei e li.
“Hey aqui é o Harry, desculpe se te acordei, mas boa noite. Foi ótimo conversar com vc”
“Estou acordada haha, foi ótimo conversar com vc tbm, boa noite”
“Meu amigo lhe mandou boa noite”
“Seu amigo?? Okay Mande boa noite para ele tbm”
“Ele estava La se divertindo, estava entediado, certamente dançando enquanto nós conversávamos, vamos ver se vc lembra, ele é loiro”
“Sim acho que lembro,desculpe te tirar da dança”
“Não tem problema, agora vou deixar vc dormir, boa noite lili”
“Boa noite Harry =D e amigo de Harry”
Ele não respondeu e me deitei de novo, quando pequei no sono já era hora de levantar... Que droga.
Me levantei e fui ao quarto em que Ana estava, ela dormia feito um anjo, não a acordei me troquei e fui comprar um café da manha.
Cheguei na padaria e fiz o pedido para mim e para Ana.
- Emily? – Ouvir alguém me chamar mais não reconheci a voz, me virei e dei de cara com o loiro.
Eu – Siim??
- Desculpe é que eu te vi ontem com meu amigo Harry, ele me falou sobre vc.
Eu – Aah siim – Sorri. – Desculpe mais qual o seu nome?
- Meu nome é Niall
Eu – Niall...
Niall – Niall Horan, prazer – Ele disse estendendo a mão á mim.
Eu a apertei.
Eu – Prazer Niall, poxa que nome diferente.
Niall – É irlandês.
Eu – Gostei
Niall – Vc não é muito de festas não é?
Eu – Pq??
Niall – Bom vc estava La sentada sozinha enquanto sua amiga dançava.
Eu – É não é muito legal, não sei dançar. E não gosto de pagar mico no meio dos outros – Eu ri
Niall – Aposto que não pagaria.
Eu – Não duvide de mim.
Meu pedido e o de Niall ficaram prontos juntos então fomos até a porta conversando.
Niall – Minha casa é para aquele lado, e a sua?
Eu – Bom a minha tbm é para aquele lado.
Fomos conversando até chegar na rua da minha casa.
Eu – Sua casa e longe daqui??
Niall – Não e aquela ali ó – Ele apontou para casa ao lado da minha MAIS O QUE??
Eu – Como eu nunca te vi aqui antes?
Niall – Por que?
Eu – Vc é meu vizinho
Niall – Uau nossa que coincidência, bom eu quase nunca saio ou sempre estou viajando.
Eu – Ata, caraca muito coincidência, bom tenho que ir ver se minha amiga acordou e dar a ela o que comer, nos vemos por ai Niall.
Niall – Nos vemos por ai Emily – Ele acenou e foi em direção a sua casa e eu entrei na minha.

You Are The Only Exception!!


Introdução
Bom morar em Londres sozinha não é legal, meus pais morreram há cinco meses em um acidente de carro que me abalou muito. Meus irmãos, Sarah mais velha de 27 anos esta casada e mora no Brasil com Diogo o mais novo de 15 anos. Eu tenho 19 moro em Londres porque precisei sair do Brasil, não consegui ficar la por muito tempo, era horrível sem meus pais e também não me dou bem com o marido da minha irmã.
Meu nome é Emily mais pode me chamar de Lili, é assim que me chamavam no Brasil. Moro aqui à 3 meses faço faculdade de engenharia ambiental. Estou aqui contra a vontade de Sarah mais sou maior de idade, tenho meu carro e minha casa. Trabalho em uma livraria, o melhor lugar do mundo, digo a mim mesma.
Não tenho namorado, pois não encontro quem está disposto a ganhar meu coração. Sou difícil...